FECHAMENTO ECONÔMICO
&
DIRETRIZES FINANCEIRAS
Como pode o Brasil ter despesas tão grandes a fim de sustentar então políticas que serão aqui apresentadas, sob um Estado Katechonista isolado, controlado e revolucionário? Uma forte cisão também com a lógica liberal de mercado internamente deve ser dada. Se pensarmos que para que o Brasil cresça ele deverá ter maior PIB, menor inflação, ou qualquer métrica econômica deverá estar positiva, ainda estamos presos a uma percepção, um construto, europeu, sionista, assassino.
Devemos considerar que tudo dentro de um país é possível desde que feito da forma correta, sobretudo imprimir dinheiro infinitamente para gastar com o que for necessário, sem desestimular os trabalhadores, sem quebrar as demandas (apesar de fixar as ofertas), e criando uma relação capitalista interna saudável, e não predativa à qualquer ser.
Um dinheiro vale um dinheiro, na sua gênese, e estabelecido uma forte quebra com o mercado internacional, a nós apenas importa o que temos aqui dentro e como trabalharemos para distribuir nosso produto entre o nosso povo, sem equiparar Real com moeda externa, sem considerar dinâmica mercadológica internacional, sem querer provar a países europeus e instituições que temos dinheiro pra pagar dívidas.
Como se faz isso? Além de estabelecendo vínculos raros internacionais com moedas externas comuns, desvinculadas com o Real (utilizando do Dólar ou do Yuan), controlando preço de todo tipo de mercadoria no Brasil. Todo tipo de gasto, receita e preço deve ser completamente estabelecida por diretrizes governamentais, a fim de que justamente, em todo o território, em qualquer situação, o poder de compra seja controladamente o mesmo.
Nisso, o poder de gasto do Estado é infinito (dado que ele pode imprimir quanto quiser e gastar com os preços fixados), e a relação Empresa-Proletário torna-se saudável, com os salários mínimos muito mais altos estabelecidos para os trabalhadores brasileiros, e com os subsídios Estatais aos prejuízos que esses preços possam causar.
Sim, muito provável que se tornamos todo produto com preço razoável e aumentamos o salário médio nacional, o prejuízo talvez virá para empregadores, principalmente menores, que deverão pagar mais e receber menos, mas aí entra a função do Estado.
Ao Estado tudo pertence e tudo é possível, sobretudo controlar o que valem as coisas, quanto ganham as pessoas, e o quanto ele vai gastar em cada coisa. A inflação não existe com preços controlados, e qualquer efeito externo a esse pode ser facilmente subsidiado. O que pareceria um caos econômico torna-se uma das melhores alternativas a ideologia de mercado.
Não é mais uma mão invisível que controla os preços, a oferta e demanda, os salários, a possibilidade de investimento nacional, mas sim justamente a discricionariedade e as necessidades analisadas pelo Katechon. Criamos um construto onde o que ao Brasil pertence nele estará, e isso é suficiente, contrariamente à países pequenos que pouco produzem, para quebrar a fome, a pobreza, o sub-desenvolvimento.
Nós temos matéria prima para subsidiar a indústria nacional de eletrônicos, de automotivos, além do alimento, da energia, e das políticas, que seriam possíveis se desvinculando de um comércio que rende o Brasil ao norte global e entrega, de volta, um sistema corrupto e ineficiente, uma realidade social cruel e satânica.
Nesses 3 últimos artigos, partimos de uma reforma de Estado para uma reforma Econômica. O Brasil está fechado e controlado, e isso é extremamente positivo. Nesses 3 passos, o poder de investimento nacional é infinito, e com isso, podemos iniciar políticas concretas para as instituições, para a burocracia, para a melhora cotidiana do brasileiro.
Portanto, temos condições agora a falar sobre: URBANIZAÇÃO GERAL DO BRASIL
Como pode o Brasil ter despesas tão grandes a fim de sustentar então políticas que serão aqui apresentadas, sob um Estado Katechonista isolado, controlado e revolucionário? Uma forte cisão também com a lógica liberal de mercado internamente deve ser dada. Se pensarmos que para que o Brasil cresça ele deverá ter maior PIB, menor inflação, ou qualquer métrica econômica deverá estar positiva, ainda estamos presos a uma percepção, um construto, europeu, sionista, assassino.
Devemos considerar que tudo dentro de um país é possível desde que feito da forma correta, sobretudo imprimir dinheiro infinitamente para gastar com o que for necessário, sem desestimular os trabalhadores, sem quebrar as demandas (apesar de fixar as ofertas), e criando uma relação capitalista interna saudável, e não predativa à qualquer ser.
Um dinheiro vale um dinheiro, na sua gênese, e estabelecido uma forte quebra com o mercado internacional, a nós apenas importa o que temos aqui dentro e como trabalharemos para distribuir nosso produto entre o nosso povo, sem equiparar Real com moeda externa, sem considerar dinâmica mercadológica internacional, sem querer provar a países europeus e instituições que temos dinheiro pra pagar dívidas.
Como se faz isso? Além de estabelecendo vínculos raros internacionais com moedas externas comuns, desvinculadas com o Real (utilizando do Dólar ou do Yuan), controlando preço de todo tipo de mercadoria no Brasil. Todo tipo de gasto, receita e preço deve ser completamente estabelecida por diretrizes governamentais, a fim de que justamente, em todo o território, em qualquer situação, o poder de compra seja controladamente o mesmo.
Nisso, o poder de gasto do Estado é infinito (dado que ele pode imprimir quanto quiser e gastar com os preços fixados), e a relação Empresa-Proletário torna-se saudável, com os salários mínimos muito mais altos estabelecidos para os trabalhadores brasileiros, e com os subsídios Estatais aos prejuízos que esses preços possam causar.
Sim, muito provável que se tornamos todo produto com preço razoável e aumentamos o salário médio nacional, o prejuízo talvez virá para empregadores, principalmente menores, que deverão pagar mais e receber menos, mas aí entra a função do Estado.
Ao Estado tudo pertence e tudo é possível, sobretudo controlar o que valem as coisas, quanto ganham as pessoas, e o quanto ele vai gastar em cada coisa. A inflação não existe com preços controlados, e qualquer efeito externo a esse pode ser facilmente subsidiado. O que pareceria um caos econômico torna-se uma das melhores alternativas a ideologia de mercado.
Não é mais uma mão invisível que controla os preços, a oferta e demanda, os salários, a possibilidade de investimento nacional, mas sim justamente a discricionariedade e as necessidades analisadas pelo Katechon. Criamos um construto onde o que ao Brasil pertence nele estará, e isso é suficiente, contrariamente à países pequenos que pouco produzem, para quebrar a fome, a pobreza, o sub-desenvolvimento.
Nós temos matéria prima para subsidiar a indústria nacional de eletrônicos, de automotivos, além do alimento, da energia, e das políticas, que seriam possíveis se desvinculando de um comércio que rende o Brasil ao norte global e entrega, de volta, um sistema corrupto e ineficiente, uma realidade social cruel e satânica.
Nesses 3 últimos artigos, partimos de uma reforma de Estado para uma reforma Econômica. O Brasil está fechado e controlado, e isso é extremamente positivo. Nesses 3 passos, o poder de investimento nacional é infinito, e com isso, podemos iniciar políticas concretas para as instituições, para a burocracia, para a melhora cotidiana do brasileiro.
Portanto, temos condições agora a falar sobre: URBANIZAÇÃO GERAL DO BRASIL