CISÃO COM O SISTEMA INTERNACIONAL
A partir de hoje estamos em uma outra realidade de Estado. Se a revolução foi feita, e as lideranças abdicaram do poder, com todas as instituições e administradores públicos sobre estrito controle do Katechon, as primeiras políticas para a transformação do Brasil pode começar. Seria a linha tênue (ou não, muito bem clara) entre o subdesenvolvimento do nosso país e sua transformação em potência global.
Para isso, destruir o Estado Democrático de Direito Federalista e com seus Checks and Balances não é a única ação necessária. É a principal, para que as demais sejam possíveis, mas a destruição do liberalismo envolve o isolamento nacional às potências globais e o incentivo do crescimento de uma nova classe média (que apague a pobreza/classe baixa e inclua-os) e alta, com novos empreendedores e com uma indústria nacional contundente.
Portanto, todo tipo de associação mercadológica ou associativa, simbólica ou literal entre as nações, já é o primeiro e mais absoluto passo para que tal liberalismo saia do país. Desde a ONU (associação simbólica entre países), OMC (associação mercadológica) e OMS (associação literal), todas essas organizações devem ter a presença do Brasil removida, sobretudo quando se tratam de estruturas nascidas no norte global, portanto preservando nossa posição protagonista do ótimo grupo de desenvolvimento global, BRICS.
Simultaneamente, toda organização internacional que queira ter algum impacto na decisão política do executivo deve ser completamente extirpada da esfera do poder, principalmente referindo-se à ONGs que freiam o desenvolvimento nacional e incentivam dentro do país uma cultura liberal que não nos pertence, mas sim a europeus exploradores, dentro das comunidades pobres e das áreas de preservação ecológica.
Por fim, outra ação muito importante para que essa cisão com o sistema internacional globalista maçônico/pós-judaico liberal seja concluída, são as de protecionismo do país. Assim como o combate ao crime, não só espaço para poder de instituições internacionais que não colaboram com o país deve ser estabelecido, mas também seu sustento nesse modelo explorador deve ser sufocado financeiramente.
Isso significa uma guerra tarifária e legislativa que, por exemplo, inviabilize para as empresas fazer a compra de matéria prima para exportação que saia do país, isente impostos de exportação de matéria final para atrair todo o processo produtivo industrial, estabeleça devida porcentagem de manutenção da matéria final produzida no próprio país (dando condições do povo fazer uso do que a ele pertence; o celular, o carro ou a gasolina refinada, ao melhor preço), e reestatize o máximo de empresas públicas que usufruem da nossa propriedade (como a Petrobrás, Vale do Rio Doce, e terras como a da Serra Verde).
Com isso, teríamos condições para enfim estabelecermos uma soberania perante interesses internacionais de destruição da possibilidade de desenvolvimento do Brasil, e poderíamos enfim levar o Brasil a virar uma potência econômica, assim chegando no nosso fim, que são potência para políticas sociais e culturais, que solucionariam a desigualdade e a anomia social que balanceia a realidade brasileira à do inferno!
A próxima proposta há de contribuir, contudo, nessa remoção do liberalismo por inteiro do nosso país. Falaremos sobre o FECHAMENTO ECONÔMICO E DIRETRIZES FINANCEIRAS